quarta-feira, 25 de junho de 2025

 

Ambrósio Um Rei Africano na América Portuguesa

Memorial do Rei Ambrósio – Município de Cristais MG

Foto: Rodrigo Pires Arquitetura e Urbanismo/Divulgação – Jornal Estado de Minas

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*Marco Antônio Pinto


         Para descrever a trajetória dos grandes homens em um opúsculo como este é uma tarefa impossível. Assim faz-se necessário esclarecer alguns pontos da trajetória deste personagem real que fora desconstruído nos círculos de uma historiografia alva e preconceituosa estabelecida em Minas Gerais no final do século XIX e início do século XX.

          Essa historiografia oficial ao invés de reconhecer a história daqueles que tiveram um papel importantíssimo na construção socioeconômica mineira, ou seja, os negros, negros forros, pardos livres, gentalhas, cabras, pés rapados, reinóis, mazombos entre outros, optou-se pelo fascinante mundo da ficção, deixando de lado a ciência histórica, que investiga, pesquisa, analisa e estuda o desenvolvimento do homem numa perspectiva espaciotemporal, tendo por base fontes primárias e secundárias.

          Essa deturpação historiográfica sobre o Rei Ambrósio teve um começo: Na Revista do Arquivo Público Mineiro, edição de janeiro/junho de 1904, volumes I e II, págs. 827-866. Sob a direção de Augusto de Lima Júnior que, rompendo com a fidedignidade à História, publicou o artigo “Quilombolas – Uma Lenda Mineira Inédita”, assinada por Carmo Gama. O nome por se mesmo já é uma autodenúncia, ora se uma lenda deve nascer do povo, da tradição, como poderia, uma lenda ser inédita?

Trata-se de José Joaquim do Carmo Gama um contista, prosador, poeta e dramaturgo que escrevia em várias revistas e jornais de Minas no final do século XIX. A história retromencionada não se trata de uma lenda, mas de um conto ou folhetim.

Carmo Gama era admirador incondicional do monarquista, escravocrata e reinol mineiro José Pedro Xavier da Veiga, que fora o primeiro diretor do Arquivo Público Mineiro - APM em 1895 pelo Decreto 860 do então presidente do Estado de Minas Bias Fortes. Carmo Gama, sem ter dedicado à pesquisa das fontes primárias da História mineira, após a nomeação de Xavier da Veiga, foi nomeado sócio correspondente do APM.

          Os males que este conto causou na historiografia sobre o Rei Ambrósio são de difícil reconstrução. A maior consequência deste folhetim de Carmo Gama foi apagar a real História do Rei Ambrósio, substituindo-a por um tal Chico Rei, que na verdade nunca existiu. Até o momento, o APM este órgão importantíssimo que atua como guardião de documentos dos séculos XVIII, XIX e XX não procurou reparar esse dano.

          Os ilustres historiadores mineiros desde o século XVIII até os dias atuais, dentre eles, Raimundo José da Cunha Matos, Caetano da Costa Matoso, Waldemar de Almeida Barbosa, Aires da Mata Machado Filho, Leopoldo Correa, José Tarcísio Martins, profícuos pesquisadores e estudiosos de Minas Gerais, com base em farta documentação nos traz uma verdade histórica sobre o Campo Grande ou Quilombo do Ambrósio.

         O Campo Grande, a área do Sertão mineiro denominada de região Oeste de Minas Gerais, abrangia no século XVIII a Comarca do Rio das Mortes, Paracatu e Sabará, atual Centro-oeste, Alto São Francisco, Alto Paranaíba, Triângulo e Sudoeste mineiros, palco do maior quilombo que se teve notícias no continente americano.

         Na verdade, tratava-se de uma confederação de 27 quilombos, habitados, principalmente no início, por negros fugidos e depois negros forros, brancos pobres, denominados de gentalhas ou pés rapados, mazombos entre outros, que fugiram do sistema tributário da Capitação, implantado pelo maior genocida da América do Sul, o Governador Gomes Freire de Andrade o 1º Conde de Bobadela e seus asseclas Martinho de Mendonça Pina Proença e o paulista Alexandre de Gusmão.

          Em 1734, o sistema tributário da capitação de Freire foi implantado somente para a mineração dos diamantes, mas em 1735, acabou sendo aplicado para todas as atividades produtivas de Minas, viabilizando por incidir também sobre os negros e pardos forros mineradores. Tal fato provocou uma grande diáspora para o sertão adentro em busca de novas minas, formando assim a maioria desses quilombos. Os quilombolas nunca deixaram de vender clandestinamente o ouro e pedras preciosas aos contrabandistas em troca de produtos do reino, como tecidos, uniformes militares, armas, especiarias e alimentos entre outros produtos.

                Gomes Freire e seus asseclas foram denunciados pelo desembargador Caetano da Costa Matoso, ouvidor geral de Vila Rica, (que nos deixou um relato importantíssimo dos primeiros descobrimentos das minas na América e vários papéis), fazendo acusações formais às altas autoridades do Conselho Ultramarino, mas ficaram impunes de seus crimes.

            Waldemar de Almeida Barbosa, em sua obra Negros e Quilombos em Minas Gerais relata que “O Quilombo do Ambrósio” foi um modelo de organização, de disciplina e de trabalho comunitário. Os negros eram divididos em especialidade. Havia os excursionistas ou exploradores que saiam em busca das minas; haviam os campeiros ou criadores, que cuidavam do gado; havia caçadores ou magarefes; os agricultores, que cuidavam das plantações; os que tratavam dos engenhos, fabricação de açúcar, aguardente, azeite, farinha etc. Todos trabalhavam nas suas funções. Tudo era de todos, não havia meu nem teu. As colheitas eram conduzidas aos paióis da comunidade. A obediência era cega ao Rei Ambrósio, descrito pela sua inteligência organizadora, sua bravura, homem dotado de todas as qualidades de um bom general. Sobre os confederados estabelecia-se uma hierarquia administrativa, uma espécie de Estado Maior, constituído de elementos da confiança do Rei Ambrósio.

               O Rei Ambrósio, negro forro, convertido ao cristianismo, minerador e dono de uma imensa fortuna, armou os confederados e deu proteção também as aldeias indígenas que estavam sob a tutela dos Jesuítas, principalmente a mais importante delas o Aldeamento de Santana do Bamboy (Bambuí), mais a oeste. Ambrósio implantou sempre no mês de agosto em todos os quilombos de seu domínio as festividades da Congada em honra de Nossa Senhora do Rosário.

                 Em 1746 deflagrou-se a Primeira Grande Guerra do Campo Grande, onde a sede do rei africano localizava entre os atuais municípios Cristais e Formiga. Com os ataques do exército de Gomes Freire, compostos por brancos, negros, pardos forros ricos, mazombos e reinóis, assassinaram crianças e mulheres e ainda capturaram negros e pardos convertendo-os em escravos. Ambrósio conseguiu com seus companheiros e o resto da população refugiarem para o oeste, com outros chefes dos quilombos das regiões de Arcos, Perdizes (atual Iguatama), Pimenta, Piumhi, São Roque de Minas e Serra da Canastra e se instalou mais a oeste onde hoje se localizam os atuais municípios de Bambuí Campos altos, Ibiá e Patrocínio.

Com a ascensão no poder em Portugal do primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho, o Marques de Pombal, tornou-se extinto o imposto da capitação em dezembro de 1750 e o foi reestabelecido as casas de fundição, mas batalhas e o genocídio de Gomes Freire e de seu irmão o fantoche 2º Conde de Bobadela José Antônio Gomes Freire continuou pelo sudoeste e noroeste de Minas, dizimando quilombos fazendo-se prisioneiros e escravos, e os que não eram capturados recolhiam-se na sede do Rei Ambrósio.

                  Em 1758 a 1760 deflagrou-se a segunda Grande Guerra do Campo Grande, onde a fortificação do Quilombo do Rei Ambrósio, depois de tantas tentativas, foi rompida e o Rei Ambrósio e sua rainha Cândida foram degolados.

                 A História do Rei Ambrósio chefe do maior quilombo das Américas, foi até mesmo ignorada pelo grande historiador mineiro, o monarquista Diogo de Vasconcelos que embarcou   na canoa de Carmo Gama. Com essa ficção Vasconcelos misturou reisado (festa dos Reis Magos, em 6 de janeiro), com reinado, importantíssima festa de Nossa Senhora do Rosário, comemorada em Minas desde os anos setecentos no mês de agosto. O equívoco de Diogo de Vasconcelos é crasso, uma vez que as festas de Santos Reis, celebradas em 6 de janeiro, só se firmaram a partir do final do século XIX, inexistindo notícias das mesmas nos anos setecentos.

* Marco Antônio Pinto

Membro da Academia Divinopolitana de Letras, ocupa a cadeira nº 12, patrono Castro Alves, fundadora Rosa Freitas Sousa.

terça-feira, 31 de março de 2015

INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DE CORGUINHOS


Marco Antônio Pinto *


Lagoa Redonda vista do Morro do Olemar
Foto: Acervo do Autor

            A palavra corguinhos é diminutiva da forma sincopada de córrego, corgo. A origem do nome de Corguinhos está ligada a vários filetes d’água que nasciam em suas suaves colinas correndo pela região até desaguar em córregos na Lagoa Redonda, e desta para o Ribeirão dos Patos, afluente direto do Rio São Francisco.            
      Corguinhos está localizado a sudoeste da Cidade de Iguatama Minas Gerais, distando 23 km. Margeiam a região, a oeste: Monjolos; ao leste: Cunhas e Marins; a ao sul: Morro Redondo e Forno; a sudeste: Serena e Jatobá; ao norte: Lagoa Preta; a noroeste Inhumas; a nordeste: Açude da Mata e Posses.

Mapa de Corguinhos
Elaborado pelo autor

           O distrito é histórico e geograficamente considerado como um complexo microrregional compondo-se dos seguintes lugarejos ou acidentes geográficos: Serena, Alto dos Marins, Lagoa Seca, Olhos D’água, Lagoa Redonda, Esgoto ou Macacos e Corguinhos propriamente dito, onde se localiza o povoado.

Corguinhos visto da Lagoa Redonda
Foto: Acervo do autor

               No início do século XVII, antes das entradas e desbravamentos, o lugar era habitado pelos índios Caiapós e alguns quilombolas. Corguinhos fazia parte do trajeto entre Perdizes, (antigo nome de Iguatama), a Nossa Senhora do Livramento, (antigo nome de Piumhi).
         No ano de 1769, assinala a primeira entrada de Inácio Correia Pamplona e sua comitiva que se utilizou deste trajeto para distribuição de sesmarias.





Fazenda Olhos D'água - Francisca Pinto da Cunha (Chica Pinta)
Foto: Acervo Antônio Paim (Totõe do tio Nelson)

        José João Pinto, de origem portuguesa, possuiu terras em coqueiros e Ribeirão dos Patos, foi um dos primeiros moradores de Corguinhos instalou-se aqui em 1856, com cunhados, cativos e agregados. Casado com Umbelina Maria de Jesus, teve 09 filhos:
* Aleixo Pinto da Cunha c.c Teodolina Maria de Jesus,
* Limírio Pinto da Cunha c.c Germana Pereira de Jesus;
* Honório Pinto da Cunha c.c Maria Joana da Silveira;
* João Pinto da Cunha c.c Francisca Salvina de Jesus;
* Francisca Pinto da Cunha (Chica Pinta) c.c Francisco Gomes de Oliveira; 
* José Pinto da Cunha c.c Maria Bybianna de Jesus
* Maria Umbelina Pinto da Cunha c.c Joaquim Anacleto da Costa.
* Joaquim Pinto da Cunha c.c Francisca Maria de Jesus
* Maria Cândida de Jesus c.c Custódio da Costa Pereira

O Patriarca José João Pinto e sua esposa Umbelina Maria da Cunha
Foto Acervo de Nilzon Paim

      Jamais alguém poderia escrever sobre Corguinhos sem fazer um estudo especialmente reservado ao genro do Patriarca dos Pinto da Cunha, Joaquim Anacleto da Costa.  Sua história se confunde com a História de Corguinhos.               
       Homem de uma persistência, fibra, equilíbrio e paciência até mesmo na vida conjugal, já que casara com a pessoa mais geniosa que nasceu  nestas terras dos pequenos córregos, Maria Umbelina Pinto da Cunha.


Joaquim Anacleto da Costa


      De origem portuguesa, Joaquim Anacleto da Costa era filho de Anacleto José da Costa e Antônia Pereira de Jesus. Chegou em Corguinhos no terceiro quartel do século XIX. Foi o maior produtor de tabaco do Centro-Oeste mineiro. Era proprietário de todas as terras no entorno da Lagoa Redonda possuindo mais de 800ha. 
         O casal teve 11 filhos, 02 homens e 09 mulheres:

1º) José Anacleto da Costa c.c Belmira Maria de Jesus; (Família Anacleto da Costa).
2º) João Batista da Costa c.c Maria Paim Pamplona; (Família Batista da Costa).
3º) Francisca Maria de Jesus c.c José Messias da Costa (Família Messias da Costa)
4º) Altina Maria de Jesus c.c Miguel Paim Pamplona; (Família Paim Pamplona)
       Altina Maria de Jesus c.c José Rodrigues 2ªs núpcias
5º) Antônia Maria de Jesus, c.c José Paim Pamplona (Família Paim Pamplona)
6º) Maria Umbelina de Jesus c.c Antônio Heitor de Araújo; (Família Heitor de Araújo)
7º) Benvinda Maria de Jesus c.c João Paim Primo; (Família Paim Pamplona)
8º) Olympia Maria de Jesus c.c José Honório Pinto; (Família Cecílio Cunha)  
9º) Dorvalina Maria de Jesus c.c Olímpio Tavares da Cunha; (Família Tavares da Cunha)
       Dorvalina Maria de Jesus c.c Thomaz Garcia Pereira (2ªs núpcias) Famila Garcia Pereira
10º Deolina Maria de Jesus c.c Messias Basílio do Vale (Família Messias do Valle)
11º) Salvina Maria de Jesus c.c Florêncio Pereira da Costa. (Família Pereira da Costa)

                     Várias  famílias uniram-se aos Pinto da Cunha e Paim Pamplona para a formação de Corguinhos, dentre elas podemos citar: Heitor de Araújo, Messias do Valle, Vieira, Ferreira, Simões, Alves, Garcia, Santos, Messias da Costa, Gomes de Oliveira, Pereira, Costa, Tavares, Lopes Massunil, etc.;             

            O final do século XIX, marca a chegada dos Paim Pamplona, que se casaram com netos e netas do Patriarca José João Pinto. Considerados como bons empreendedores, os Pamplona, trouxeram inovações para época: construíram vários engenhos, moinhos e monjolos, aproveitando-se dos mananciais de água na região. Na agricultura trouxeram novos arados e grades de metal, estabelecendo ainda o comércio e pequenas indústrias.


Fazenda Ernestino Paim Pamplona

            Na década de 1930, os primeiros automóveis a circularem aqui, pertenceram a José Paim Pamplona Zequinha e João Batista da Costa (Anacleto). Ambos abriram estradas, construíram aterros, escolas e a primeira capela, que ficava em terras de Batista.
             O Comerciante e produtor rural Alvarino Paim Pamplona Cota instalou o primeiro gerador de energia elétrica movido a força hidráulica e adquiriu o primeiro caminhão que serviu Corguinhos. Seu irmão Ernestino Paim Pamplona e doou o terreno para construção da escola que funciona até hoje.


Residência de Alvarino PaimPamplona - Cota

            No final da década de 1940, os irmãos Rivalino Pereira, genro de Zequinha Paim, Olavo Pereira da Costa genro de Ernestino Paim Pamplona e, José Pereira (Juquita), abriram um loteamento de terras, para venda e doação a várias famílias, formando assim o povoado.
           
Das  famílias que  vieram aqui residir, trabalharam em regime de meação e trabalho remunerado, nas lavouras de milho, mandioca, algodão, pecuária de corte e leite, suinocultura, arroz etc., também residiram em terras dos descendentes de Anacleto, prestando serviços gerais ligados à atividade agropecuária. 
        No livro Memorial de Corguinhos serão detalhados os nomes dos vários membros que formaram a Família Corguinhos.

Fazenda Diolina Anacleto > José Pinto Filho > - Hoje Felipe Pinto

       Corguinhos contou com máquinas de beneficiamento de Arroz, oficina mecânica, comércio varejista, lojas de tecidos, serralheria, marcenaria, farmácia, dentista prático, fábrica de biscoitos e bolachas, barbearias, etc.
            Foi construída uma nova capela em terreno doado por Gumercindo Paim Pamplona.
            A economia baseou-se na produção de arroz, feijão, milho, rapadura, fumo, algodão e mandioca. No século XIX, os Pinto da Cunha eram grandes produtores de farinha de milho e mandioca, polvilho, toucinho, bovinos de corte, fios e tecidos de algodão. Joaquim Anacleto foi o maior produtor de tabaco e sua esposa possuía mais 60 rodas de fiar e vários teares, espalhados nas fazendas de suas filhas.


Fazenda José Anacleto da Costa - > Aristóteles Batista da Costa > Hoje Joãozinho
Acervo Waldeir Paim

            Mas de todas as atividades econômicas praticadas em Corguinhos, a que mais se destacou foi a suinocultura. O distrito, por mais de um século, foi o maior produtor de suínos do município e região. 
             Destacaram-se nesta atividade ao longo de sua história: Honório Pinto da Cunha, Rivalino Paim Pamplona (Neca), José Paim Pamplona Zequinha, José Pinto Gomes, Ernestino Paim Pamplona, e João Pinto da Cunha (Belchior). Este modernizou a suinocultura, trazendo várias raças européias e instalações modernas. Atualmente a atividade é praticamente inexistente do ponto de vista econômico.

Fazenda Benvinda Anacleto - Hoje Er Paim
Acervo do autor

            A bovinocultura até a década de 1970 resumia-se a criação de gado comum, curraleiro e gir. Os primeiros a introduzir o gado holandês preto e vermelho em Corguinhos, foram José Pinto Filho e Dorvalino Olympio Tavares, que adquiriram em Campo Belo MG do Fazendeiro Basileu Gambogi, reprodutores e novilhas da raça, revolucionando a pecuária leiteira do lugar.



Igreja de Corguinhos
Acervo do autor

            Dos descendentes do Patriarca de Corguinhos, José João Pinto, que se destacaram na política temos: o neto Juscelino Pinto da Cunha, prefeito de Dores do Indaiá, o bisneto Joaquim Batista da Costa e o trineto João Batista da Costa, ambos prefeitos de Iguatama. Vários outros nomes de destaque representaram Corguinhos na Câmara Municipal de Iguatama, que terão suas biografias detalhadas no Livro Memorial de Corguinhos.



Fotos: Acervos de Maria Angélica, Nilson, Marconi Pinto da Cunha e Joãozinho.




* Da obra Memorial de Corguinhos de Marco Antônio Pinto, que será publicada provavelmente em setembro de 2016. Marco Antônio é descendente pelo lado materno dos Paim Pamplona e paterno dos Pinto da Cunha. Nasceu em Corguinhos é filho de José Pinto Filho e Maria Aparecida da Costa Pinto. É casado com Helena Paulinelli Pinto da Cunha, pai de Breno e Carlo Paulinelli Pinto. É um apaixonado pela História das Famílias Pinto da Cunha e Paim Pamplona. Formado e pós-graduado em História e Direito. É conhecido na família pelo apelido de Antônio Pinto ou Toninho do Zé Pinto. 



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